| Atos em defesa dos camponeses de Jacinópolis |
| Escrito por Resistência Camponesa | |||||
| Qua, 07 de Maio de 2008 | |||||
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Assim que a revista IstoÉ deu início à odiosa campanha de difamação e calúnia contra os camponeses da região de Jacinópolis e movimentos camponeses combativos, principalmente a LCP, personalidades democráticas, movimentos sociais e apoiadores de todos os cantos do país se levantaram em defesa e solidariedade aos camponeses.
Manifestação em Jaru No dia 03 de abril, cerca de 50 camponeses de acampamentos e áreas camponesas de Theobroma, Jaru, Cujubim e Ariquemes fizeram uma manifestação pelas ruas de Jaru. Além das faixas, bandeiras vermelhas e panfletos, os camponeses passaram seu recado através de palavras de ordem: “O povo quer terra, não repressão!”, “Luta pela terra não é crime!”, “Almoçou hoje, agradeça a um camponês!”, dentre outras.
Ato contra a criminalização da luta pela terra No dia 04 de abril, ocorreu um Ato Público no auditório da UNIR (Universidade Federal de Rondônia) organizado pelo CEBRASPO – Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e DCE - Diretório Central dos Estudantes. O ato contou com o apoio de sindicalistas e organizações classistas, professores, estudantes, intelectuais e jornalistas honestos. Como resultado aprovou-se uma carta aberta repudiando a ação da imprensa a serviço do latifúndio na tentativa de criminalizar o movimento camponês. A carta conta com assinaturas e apoio de várias entidades do país e internacionais. Posteriormente uma comissão visitou a região de Jacinópolis a fim de levar apoio e solidariedade e constatar a real situação que vivem os camponeses em luta pela terra.
Muita solidariedade e apoio aos camponeses Logo após o ataque covarde de pistoleiros aos camponeses do Acampamento Conquista da União, em Campo Novo, iniciou-se uma campanha de arrecadação de remédios, alimentos e roupas para os camponeses que tiveram todos seus pertences destruídos pelos pistoleiros. Até agora muitas pessoas já contribuíram. Outro exemplo de solidariedade foi no Rio de Janeiro, onde professores da rede estadual aprovaram por unanimidade em assembléia fazerem uma ação popular contra a revista IstoÉ.
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